Ser intérprete de escola de samba é ocupar o posto mais exposto do desfile. É segurar, por mais de uma hora, o canto de milhares de pessoas, dar o tom para a bateria, sustentar o samba quando a chuva cai e a garganta cansa — e ainda emocionar. Celsinho Mody faz isso há mais de vinte anos, e há mais de dez à frente da Acadêmicos do Tatuapé.
2026 — “Plantar para colher e alimentar: tem muita terra sem gente e tem muita gente sem terra” [CONFIRMAR]
2023 — Paraty · 4º lugar
2022 — Preto Velho · 12º lugar
2020 — O ponteio da viola encanta: canto Atibaia do meu coração · 4º lugar
2019 — Bravos Guerreiros · 7º lugar
2018 — Maranhão: os tambores vão ecoar na terra da encantaria · bicampeã
2017 — História da Mãe África · campeã
2016 — Homenagem à Beija-Flor de Nilópolis · vice-campeã
[CONFIRMAR e completar 2021, 2024 e 2025 com o Celsinho antes de publicar]
Outras escolas
Camisa Verde e Branco · Mancha Verde · Unidos do Peruche · Nenê de Vila Matilde · Pérola Negra · Torcida Jovem · Paraíso do Tuiuti (RJ)
Um intérprete não canta sozinho. O canto da Tatuapé é conduzido por um time — vocais femininos, cordas e direção musical — que Celsinho ajudou a montar e faz questão de creditar. Foi parte de uma virada no som do carnaval paulistano: mais cordas no carro de som e o canto feminino de volta ao primeiro plano.
[CONFIRMAR a formação da temporada com o Celsinho antes de publicar nomes.]